sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Mc Topete- HUT- 17/08/2017

Hoje eu chuva,
 
amanhã tu raio,
e depois ele trovoa,
 
nós? Tempestades...
 
Deparei-me com as novas tempestades que acompanharei nesta nova estação, com a sutil e delicada alma tempestiva chamada: Ellen Fantin, cheia de brilho no olho e de doçura ao cuidar, com o imponente e carinhoso ser tempestivo: Frederico dos Ombritos  exalando compaixão e ternura por onde passava, e por último e tão importante quanto, com a bela e delicada criatura tempestiva: Frida Tequila emanando paz, segurança e amor no mais minucioso movimento realizado... Eu rio, nós tempestades...
Tempestades humanas tal qual novela de rádio, repletos de sonhos e de uma ninhada de sentimentos bons, adoçados com sorrisos sinceros de homens palmeiras... Em acertos e desacertos, em meio a fé, a coragem e a esperança... Ai um dia por sorte nossa, nos acertarmos em nossas tempestades, assim feito Vera Lúcia, mulher de grande espírito, ensinamento vivo de que amar e servir é a lição mais fidedigna de que nós por nós mesmos podemos e devemos encarar as tempestades alheias, para que assim de forma serena possamos apenas abraçarmos as nossas.
Tempestades humanas, carregadas de um amontoado de coisas, de um amontoado de nós mesmos.  
 


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